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Prazer em conhecer-te!


[Fonte: The Modern Jedi]

A partir de hoje vai estar disponível, aqui ao lado direito, uma questão que gostaria imenso que respondesses! As respostas serão anónimas e servem apenas para eu conhecer melhor as leitoras que seguem o blogue...

Por exemplo, eu tenho tendência em considerar que quem me lê desse lado é uma mulher e daí falar sempre para ti através do sexo feminino mas posso estar redondamente enganada… Poderei ter algum leitor masculino!

Serás mais novo que eu? Terás filhos? Que temas te interessam mais no blogue e que tema gostarias que fosse também discutido?

Nos últimos dias, as visitas diárias do blogue triplicaram mas não sei, por exemplo, quantos leitores tenho com mais assiduidade…

É este tipo de curiosidade que tenho e que gostaria de desvendar.

Posso pedir-te que participes neste questionário? Obrigada!

Mais um pouco além da Entrevista na Notícias Magazine, Revista do DN/JN

O blogue My Cinnamon Heart começou em 2011 como um espaço de tema livre onde eu ia deixando os meus pensamentos e foi apenas no início de 2012 que a verdadeira mudança começou. Na altura, o meu quarto era um caos – e quando digo caos significa não ter espaço livre para caminhar - e o meu objectivo era apenas arrumá-lo.

Apesar de me ter preocupado sempre com o ambiente, de amar a natureza, de ter praticado yoga durante uns 7 anos e de ter sido vegetariana, não me identificava com o estilo minimalista. Afinal eu adorava ir às compras! Para quem segue o blogue sabe que eu acumulei, por exemplo, mais de 50 pares de calças (que entretanto reduzi para apenas 8).

Como conta a entrevista, a minha perspectiva sobre as coisas mudou quando acampei pela primeira vez. Até então as minhas férias eram passadas no conforto de hotéis ou nas Pousadas de Portugal e, apesar de ter curiosidade em acampar, pela proximidade com a natureza, a ideia deixava-me nervosa. O meu maior medo não eram os bichos, nem o desconforto que poderia sentir por não me deitar numa cama ou tomar um duche quente. A minha questão era outra. Como iria eu sobreviver sem poder levar praticamente nada comigo? Como iria ocupar os meus dias? O que iria fazer?!

Adorei acampar! Não passei nenhuma seca, nem senti falta das coisas que tinha deixado em casa! Ao contrário do habitual, nos dias em que acampei acordava sempre cedo e cheia de energia. Apercebi-me de que me sentia verdadeiramente feliz. Mas como era isso possível se não tinha levado praticamente nada comigo? Afinal não precisava de muito para ser feliz!

Cheguei a casa e comecei a revolução no meu quarto. Reciclei e doei tanta coisa! Nem sempre foi fácil, mas fui-me libertando da tralha e à medida que fui ganhando espaço, fui conquistado uma maior sensação de calma.

Quando fui contactada pela jornalista Dora Mota para participar num artigo sobre o minimalismo senti-me um pouco nervosa. Como poderia eu falar do minimalismo quando ainda tinha um percurso tão longo por percorrer?

O resultado final não podia ter sido melhor. Recordei como tudo começou e ganhei uma vontade renovada de partilhar tudo isso. E pude ainda descobrir mais umas referências minimalistas!

Por aqui, vou continuar a focar-me no essencial, aprender mais e partilhar mais. 
Decidi também mudar a cara do blogue para um estilo mais clean. Hope you like it!


Re-Definição do Blogue

Quando criei o blogue não pensei num tema específico, queria apenas falar daquilo que me apetecesse sem um rumo pré-definido. Aos poucos fui encontrando o meu caminho e o blogue foi ficando mais focado num só tema. 
 
Nestes últimos meses este blogue tem sido praticamente um diário da arrumação do meu quarto. Ao longo deste percurso consegui livrar-me de dezenas de quilos de papel, doei alguma roupa nos contentores da Humana, doei brinquedos para crianças, livrei-me de muita tralha que não tinha mais utilidade e vendi outras coisas que já não precisava.

No início deste percurso falava de destralhar, por vezes em minimizar, sem me preocupar muito com os termos que aplicava. Entretanto, dei uma entrevista à revista Notícias Magazine (quando sair aviso-vos!) que me fez pensar nos termos correctos. Li alguns artigos sobre ser minimalista, ser frugal e não me identifiquei, por completo, com nenhum destes conceitos. Percebi que estava, de novo, a complicar, queria encontrar uma definição intelectual para o verbo simplificar quando era apenas isso que estava a fazer, a simplificar.

[daqui]

Comecei pelo quarto mas quero muito mais que isso, quero tornar o conceito simplificar como estilo de vida. Daí o subtítulo que, entretanto, criei para o blogue, “A praticar uma vida simples e feliz!”.

Em paralelo com esse objectivo, simplificar a vida, quero tornar-me optimista, positiva, focar-me nas coisas boas da vida, nas conquistas e acreditar em mim.




Espero que continuem por aqui!

Are You Lost?

Serve este post para fazer a apresentação do blogue My Cinnamon Heart e da sua escritora!

O blogue My Cinnamon Heart surgiu da vontade que tenho em partilhar parte do meu mundo. Criei este espaço porque adoro a ideia de ter um sítio que me acompanha ao longo dos anos - dou por mim, muitas vezes, a cuscar posts mais antigos de blogs que sigo, para conhecer a história pessoal de cada pessoa.

O blogue retratará os temas que mais me interessam e, portanto, para dar uma ideia do que quero partilhar talvez seja mais fácil falar um pouco sobre mim.

Tenho 27 anos e moro em Lisboa, sou finalista da licenciatura de Bioquímica (e pseudo-finalista de Eng. Civil - curso que não pretendo terminar, pelo menos não num futuro próximo). Depois destes três anos em Bioquímica, sinto-me indecisa sobre que caminho escolher. Talvez um mestrado mais virado para a microbiologia, cosmética ou nutrição

Adoro imensas coisas - preparem-se! - ciência, saúde, natureza, viagens, livros, cinema, decoração, reciclagem, etc.
Coisas mais concretas? A cor rosa, a cor vermelha e a cor branca; sapatos, botas e botins; gelado, chocolate, chá e café; um dia de sol na praia e ouvir a chuva enquanto leio e adormeço; acampar, que descobri este Verão; a série 'Sexo e a Cidade' e as dúvidas existenciais da Carrie; conhecer pessoas e lugares; passear de bicicleta; e, claro, a canela!
Eu amo canela. Faz parte das coisas que trago na mala, isto porque a canela fica bem quando polvilhada em: pastéis de nata, iogurtes, gelados, chocolate quente, café, leite e biscoitos!