Passatempo a decorrer: -
Resultados do passatempo anterior: Maria João Lourenço - Conjunto de Pó compacto e brilho de lábios
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Domingo, 19 de Maio de 2013

Princípio One Goal

Tal como tinha dito, comecei a reler o livro de Leo Babauta, “The Power of Less”, que está organizado em duas partes, Os Princípios e Na Prática, num total de dezoito capítulos.



Apesar de o meu intuito não passar por comentar cada capítulo do livro, tinha de o fazêr para o primeiro, Porque Pouco é tão Poderoso?, já que me senti muito identificada em todas as palavras de Leo.

Neste capítulo é feita uma chamada de atenção a todas as coisas que invadem a nossa vida no dia-a-dia, uma caixa de e-mail cheia, centenas de mensagens por ler, toneladas de papel, tarefas por fazer, notícias cada vez mais dramáticas sobre a situação do país, o telefone sempre a tocar, artigos que queremos ler, filmes ou séries que gostaríamos ver, horas passadas no facebook, enfim, somos constantemente assaltados por imensa informação, imenso burburinho... Fica muito fácil desconcentrarmo-nos perante tanta coisa! Quantas vezes não nos apetece fugir para uma ilha deserta perante tantos objectivos ou deveres que temos a cumprir?

Como não podemos apenas desaparecer quando nos dá na real gana, o truque será simplificar.
Se conseguirmos filtrar toda essa informação, diminuir o número de coisas que nos rodeia, relaxar em vez de ceder ao stress, tudo será mais fácil. Se conseguirmos identificar os objectivos mais importantes e nos focarmos mais nestes em vez daqueles que consomem algum tempo mas que dão pouco retorno, a meta torna-se alcançável.

O maior desafio para mim será praticar o Princípio “One Goal”. A minha cabeça atenção, parece um catavento. Eu sou uma pessoa muito curiosa e, apesar disso ser uma vantagem na ciência, no dia-a-dia traz alguns problemas. Gosto de imensos assuntos diferentes e acabo por não conseguir dedicar-me a nenhum em específico...

No Princípio One Goal, tal como o nome indica, o objectivo é haver uma dedicação completa a um objectivo e passar ao seguinte apenas quando o primeiro está cumprido.

Por exemplo, alguns dos objectivos de Leo Babauta eram:

  • Deixar de Fumar
  • Tornar-se organizado/produtivo
  • Pagar todos os empréstimos realizados
  • Perder mais de 20 quilos.
  • Correr dois triatlos
  • Criar um fundo de emergência
  • Criar um blogue de sucesso
  • Despedir-se do seu trabalho e trabalhar em casa.

Nenhum destes objectivos é fácil ou alcançável em semanas ou, em alguns casos, meses. Mas todos eles foram atingidos por Leo quando se dedicou a cada um em particular. E, apesar de até hoje não ter conseguido dedicar-me a um objectivo apenas, compreendo perfeitamente que é preciso concentrar toda a nossa energia num objectivo destes para alcançá-lo com sucesso.

Leo refere ainda que uma das perguntas que mais lhe fazem é: "Como consegue fazer tanta coisa uma vez que tem apenas as horas que todos nós temos por dia?".

Leo responde: O segredo é definir limites e focar-se no essencial.

Quarta-feira, 1 de Maio de 2013

Leituras e Reflexões

 
[daqui]
Aproveitei o feriado para ler. Por vezes, volto a pegar num livro que gostei, leio-o ao acaso, procuro um capítulo específico ou releio-o de uma ponta à outra.


Hoje decidi relembrar os primeiros parágrafos de Leo Babauta em The Power of Less e apercebi-me de alguns erros crassos que tenho cometido e que me têm afastado de uma vida mais simples e produtiva.


Sinto que tenho aproveitado muito mal o meu tempo e, ironicamente, este é o semestre que tenho todo o tempo do mundo para fazer o que quero porque não tenho aulas (decidi mudar de mestrado) e estou a estudar apenas para duas cadeiras da licenciatura, ambas do 1º semestre, cujos exames serão em Julho.


Onde consumo o meu tempo então?


Principalmente com o computador. Por um lado gasto imenso tempo no FB porque fico viciada nos joguinhos. Por exemplo, esta semana descobri o Criminal Case. Joguei com o meu perfil, com o do meu namorado e o do meu irmão só para receber “energia” que permite a evolução no jogo. Loucura, não é?


Definitivamente tenho tido problemas em gerir o meu tempo e definir limites. Para além disso, o meu cérebro está sempre em actividade, tenho alguma dificuldade em relaxar, em entender a expressão dolce far niente.


Este blog tem sido, em parte, espelho disso. Há umas semanas um amigo meu perguntava-me... Mas afinal de que trata o teu blog? E eu não soube responder. Aí apercebi-me deste problema: vou tendo algumas ideias mas que rapidamente dão lugar a outras. Não que as primeiros tenham perdido importância mas como existem imensos temas que me interessam, acabo por me dispersar por imensa coisa e não aprofundar nenhuma em particular. E, no fundo, isso acontece a toda a hora no meu dia-a-dia.


Um dos principais objectivos a que me propus foi o de destralhar o meu quarto e consegui chegar a algumas metas que pensei serem inalcançáveis como, por exemplo, ter posto todas as minhas revistas na reciclagem e ter destralhado grande parte do meu armário de roupa. Mas a partir daí perdi-me um pouco...


Mas eu quero mais! Quero ser mais organizada aqui e na vida em geral. Começar por aqui é mais fácil, vou tentar focar-me apenas nos temas principais (arrumação, vida simples e aprender a relaxar) mas continuando sempre com este cunho pessoal. Na página do FB, que até agora tem estado bastante parada, é onde vou passar a falar de tudo o resto que me apeteça e que não tenha necessariamente a ver com estes temas. Se ainda não a segues, clica aqui!


Agora que o bichinho da arrumação e limpeza já está ganho, muito graças ao livro Winning the Clutter War de Sandra Felton, vou tentar organizar o meu tempo com The Power of Less de Leo Babauta e, por isso, os próximos posts deverão ser baseados nas minhas leituras e reflexões.

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

Simplificar a Alimentação: alergia à soja

Decidi dar por concluída a dieta sem glúten. O desafio demorou muito menos tempo do que estava previsto mas tudo por uma boa razão: percebi que não tenho nenhuma sensibilidade ao glúten! Nunca pensei ficar tão feliz com esta notícia, é que apesar de terem sido poucos dias a evitar essa proteína, foi o suficiente para me sentir deprimida. Não consigo viver sem um bom pão! Para além disso nos primeiros 4 dias perdi 2 quilos e isso assustou-me um pouco...

No domingo passado fui a uma marisqueira com a família e só comi coisas boas, entre as quais bastante pão. Qualquer alérgico ou intolerante ao glúten teria sofrido consequências óbvias mas eu não inchei, não fiquei mal disposta, nada mesmo! Por outro lado esta "dieta" serviu para confirmar que sou realmente alérgica à soja... daqui para a frente não irei comer nada que contenha soja mas vai custar porque adoro chocolate e a maioria tem como ingrediente a soja, como acontece com o Twix, um dos meus preferidos... Para além disso sou fã de pratos vegetarianos mas esses têm geralmente como base o seitan ou o tofú e ambos contêm soja na sua constituição, pelo que vou ter de evitar.

[daqui]

Mesmo assim claro que vai ser mais fácil evitar a soja do que o glúten, neste último caso não restava muito além da carne, peixe, verduras e fruta!

Assim que terminar os iogurtes que tenho cá em casa, vou experimentar ficar duas semanas sem comer nada que contenha produto lácteo ou derivados. Assim que começar esse desafio, conto-vos as novidades!

Segunda-feira, 29 de Abril de 2013

Vencedora do Sorteio: Conjunto de Pó Compacto e Brilho de Lábios Lisette Watkins

Finalmente vamos conhecer o resultado do sorteio realizado em parceria com o blog Cheirinho a Beleza. Desta vez demorou um pouco mas vamos já ouvir o rufar dos tambores!

Entre todas as participações, foram validadas 42 e a vencedora foi escolhida com recurso ao random.org

E quem irá receber este conjunto de beleza?


Parabéns Maria João Lourenço!

Agradeço às restantes meninas a sua participação e fiquem atentas! Mais passatempo surgirão ;)

Sexta-feira, 26 de Abril de 2013

Dieta sem Glúten: Dia 3

Ontem foi feriado e eu decidi aproveitá-lo para dormir mais um pouco.
Restou, por isso, pouco tempo para tomar um bom pequeno-almoço antes do almoço combinado com o namorado e irmão por isso cingi-o a um iogurte grego de maracujá.


[daqui]

Combinamos o almoço num restaurante que serve comida japonesa e chinesa. Pesquisei sobre como fugir ao glúten num restaurante destes e concluí que o sushi não deverá ter glúten, excluindo o que contém delícias do mar.
Chego ao restaurante mentalizada para comer apenas sushi. À medida que vou conversando e comendo sinto que há alguma coisa que não está a correr bem. Estou a ficar mal disposta e sinto a garganta a apertar um pouco. Uma vez que estou apenas a comer sushi de salmão e frutas demoro algum tempo a perceber o que poderá estar a causar-me má disposição...
A razão era óbvia… o molho de soja por onde passo todos as peças de sushi antes de as saborear.

Se tinha alguma dúvida relativamente à minha alergia à soja, dissipou-se de vez. A partir de hoje não irei comer mais nada que contenha soja, o que poderá parecer mais fácil do que realmente é. Muitos dos produtos que compramos contêm lecitina de soja (E322), pois é utilizado pela indústria alimentar como regulador de acidez. Dizem que os alérgicos aos grãos de soja podem comer produtos com este aditivo mas eu prefiro não arriscar.

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Aproveitei a tarde para ir visitar a exposição de Andy Warhol no centro comercial Colombo e passeei ainda bastante num jardim de Lisboa. Mesmo com tanta caminhada, ao lanche só tive vontade de comer uma taça de morangos e tomar um café. Entretanto a má disposição do almoço foi passando e ao jantar comi salmão grelhado com batata cozida, regado com azeite.

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Pela hora de deitar já sentia alguma fome então experimentei umas bolachas que encontrei no hipermercado Continente, de arroz e chocolate.

[daqui]
No terceiro dia conclui que:
  • Ao simplificar bastante a alimentação é mais fácil perceber o que nos cai mal: as bolachas que comi no primeiro dia e o molho de soja que ingeri com o sushi foram o suficiente para perceber que sou alérgica à soja.
  • Independentemente de ser ou não intolerante, ou sensível, ao glúten, desde que tenho evitado alimentos com trigo ou derivados sinto-me muito mais leve. O problema é que também me sinto um pouco deprimida… parece que a comida não tem tanto sabor e a massa está a fazer-me falta...
  • Estou desconfiada que não tenho qualquer problema com o glúten porque ocasionalmente fujo à restrição e como qualquer coisa com trigo e não me sinto mal disposta.

Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Dieta sem Glúten: Dia 1



Levanto-me apressada depois de ter adormecido após desligar o alarme, arranjo-me e quando chego à cozinha apercebo-me que o meu pequeno-almoço não pode ser o de sempre… Os cereais deixaram de ser opção, ou pelo menos os que tenho cá em casa. Comi um iogurte natural e três bolachas de milho. Quase nada comparativamente ao habitual, tenho a certeza que vou morrer de fome pela manhã!

Com medo disso e imaginando a dificuldade que iria ter em encontrar alimentos sem glúten na faculdade, fui até a um supermercado comprar umas bolachas para o lanche. Num corredor inteiro havia apenas uma opção de bolachas sem glúten e eram precisamente as mais caras, uns 2€ por pacote. Para além disso reparei que tinham soja mas decidi arriscar.

Meio-dia. As opções para o almoço são pastéis de bacalhau, empada de frango, carapau grelhado e crepes recheados de espinafres. A única refeição completamente livre de glúten eram os carapaus, um prato que não aprecio… Optei pela empada de frango com arroz e salada mas antes comecei a refeição com uma sopa, na esperança de não ter farinhas para engrossar. No prato principal comecei pelo arroz e salada, talvez de estômago mais cheio não caísse na tentação de comer a empada já que a minha ideia passava por comer apenas o recheio, o frango e os cogumelos. Mas não consegui resistir. 
Depois, em vez de ir tirar um café à máquina, tomei um no final da refeição. Tinha lido que, muitas vezes, para o café ser mais barato misturam-no com produtos que contêm glúten por isso não arrisquei…

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Ao lanche, comi uma banana, três bolachas e um iogurte natural. Passado pouco tempo senti a barriga a inchar e senti-me agoniada durante algum tempo. Suspeito das bolachas por conterem farinha de soja.

Ao jantar comi um pouco de entrecosto com arroz e, no fim, uma fatia de queijo artesanal. 
Na ceia, uma chávena de chá e uma fatia muito fina de um bolo caseiro de laranja (sim, com farinha de trigo mas foi feito hoje pela minha mãe... como resistir??)

[daqui]


Neste primeiro dia de dieta sem glúten senti duas grandes dificuldades:

1. No supermercado encontrei apenas um produto sem glúten e por coincidência com soja. Provavelmente nos hipermercados vou encontrar mais opções mas será que não terão também farinha de soja a substituir a de trigo?

2. Como resistir aos lanches dos meus amigos, bolachinhas e bolo, tudo carregadinho de farinha de trigo??

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

O meu novo desafio: dieta sem glúten!

Por mero acaso estava a ler um artigo quando me deparo com alguns dos sintomas da doença celíaca:
  • Distensão abdominal e dor
  • Fadiga
  • Dores ósseas, articulares ou cãibras
  • Formigueiro ou dormência nas mãos e pés
  • Aftas recorrentes
  • Prisão de ventre ou diarreia

Fui pesquisar sobre a doença celíaca e os sintomas acima forma os que mais me chamaram a atenção porque sofro destes com alguma frequência… será possível ter desenvolvido alguma sensibilidade ao glúten?! Falei com uma amiga médica que me aconselhou experimentar uma dieta sem glúten durante duas semanas para ver se sentia alguma melhoria destes sintomas.

Basicamente, numa dieta sem glúten, excluem-se todos os cereais que o contêm (trigo, cevada, centeio e aveia, por contaminação cruzada) e seus derivados. Portanto estão proibidos os seguintes alimentos:
  • Pão que contenha trigo, cevada, centeio ou aveia
  • Bolos e bolachas
  • Iogurtes com cereais
  • Massas
  • Pizza
  • Lasanha e Canelones
  • Alimentos com farinha de trigo, cevada, centeio ou aveia
  • Sopas de Pacote
  • Panados
  • Farinheira e Alheira
  • Delícias do Mar
  • Molho de soja

E existem ainda outros alimentos que poderão conter glúten:
  • Broa de Milho
  • Queijos industriais
  • Iogurtes de aromas ou pedaços
  • Leite achocolatado
  • Enlatados
  • Fiambre, presunto e chouriço
  • Patês
  • Polpa de Tomate
  • Caldos de carne e de peixe
  • Temperos industriais (ketchup, maionese, mostarda, etc.)
  • Compotas de fruta
  • Chocolate
  • Fruta em calda
  • Gelatina
  • Produtos de soja
  • Natas, manteiga, margarina e banhas industriais
  • Batatas fritas de pacote
  • Refrigerantes e sumos concentrados


Eu não conheço nenhuma pessoa celíaca e portanto não tinha consciência da dificuldade de seguir uma dieta sem glúten principalmente quando se fazem algumas refeições fora de casa… Para quem tem de seguir uma dieta tão restrita, a melhor solução será levar refeições feitas em casa para ter a certeza que nada do que é comido, mesmo que à partida seja um alimento sem glúten, esteja contaminado por esta proteína.

Vou então começar a evitar o glúten amanhã e terminarei este desafio no dia 7 de Maio. Até lá irei tentar manter um registo diário das minhas refeições e outras informações que ache úteis partilhar!


Wish me luck!

Quinta-feira, 18 de Abril de 2013

Reflexão sobre estratégias para poupar dinheiro

Este mês já experimentei duas estratégias para poupar dinheiro - esta e esta - ponderei sobre os aspectos positivos e negativos de cada, verifiquei quanto conseguia poupar em cada um dos casos e cheguei a uma conclusão: vou regressar à primeira opção!
 
[daqui]

A estratégia que consiste em pôr de parte as moedas de 1 e 2 euros começou por ter algum impacto. Para além de poupar diariamente (é necessário retirar, todos os dias, as moedas referidas da carteira e pô-las num mealheiro), o facto de gastar tanta nota obrigou-me a ponderar bastante cada compra que fazia. No entanto, aos poucos, esse efeito foi-se desvanecendo e ficou apenas gravada a regra de colocar as moedas de parte. 
Passadas umas semanas tenho de dar razão à Sandra D. que, num comentário, referiu que desta forma o dinheiro “fugia” da conta. Na altura não me apercebi do real impacto que isso poderia ter mas hoje, ao ver a minha conta à ordem, fiquei com dores de cabeça. Acho que nunca "gastei" tanto como no último mês ou pelo menos aparentemente. Claro que parte desse dinheiro está convertido em moedas (muitas mesmo) no mealheiro mas o “buraco” na minha conta bancária deixa-me deprimida. 
 
[daqui]

Decidi então voltar à primeira estratégia: deixar o cartão em casa e fazer um levantamento no início de cada mês e por uns 20€ na carteira por semana, limitando as refeições fora e cafés a esse número.

E regressando à questão do registo diário dos gastos... nem sei como não nos ocorreu isto! Agora, em qualquer compra feita, dão-nos factura por isso basta guardá-las e anotar tudo num bloco pelo final do dia...  Assim não escapa nada!

Terça-feira, 16 de Abril de 2013

Próximo Desafio: Metropolitano de Lisboa

Passaram talvez uns 15 dias desde que aqui escrevi mas hoje retorno com algumas novidades. Lembram-se deste post?

Quando o escrevi, faltava-me ultrapassar um grande desafio relativamente a pontes: a ponte 25 de Abril. Já tinha conduzido em algumas, relativamente bem, mas mesmo assim não acreditava que algum dia viesse a ser possível. Sentia-me até um pouco tonta quando escrevi sobre isso, pensava “conduzir na ponte 25 de Abril? A quem é que eu quero enganar?!?!!”.

Mas a verdade é que já consegui! Desde então já conduzi umas cinco vezes e, pondo de parte alguma ansiedade, principalmente entre a metade e os 3/4 do vão, até correu bastante bem. 


Como me preparei para enfrentar esta fobia?

Como sabem fui utilizando imagens da ponte para dessensibilizar e fui tentando conduzir em pontes mais baixas e de menor extensão. Mas outra coisa que acho que ajudou bastante foi a postura que decidi ter relativamente a este desafio nas últimas 24 horas antes da travessia. Decidi fazer uma coisa bem diferente do habitual. Em vez de me preparar psicologicamente, mentalizei-me que não ia conduzir sobre a ponte. Isso mesmo! Portanto, se não ia a lado nenhum, não tinha de me preocupar com o dia seguinte. Acho que desta forma evitei a evolução de uma bola de neve para uma bola gigante que me bloqueia. 

Durante o caminho até à ponte convenci-me de que ia apenas guiar até lá e antes de fazer a travessia, trocava de lugar com o meu namorado. Evitei assim a alteração para uma respiração mais rápida e o acelerar do coração. Assim que entrei na ponte propriamente dita pensei apenas que a qualquer momento que me sentisse mal encostava o carro e trocava de lugar (eu sei que é proibido parar na ponte mas penso que ter um ataque de pânico insere-se na definição de situação de emergência! Antes parar o carro que causar um acidente…).

Até meio da ponte lá fui andando, relativamente bem. Quando me aproximava mais do final, comecei a ficar ansiosa porque parecia que estava quase do outro lado mas, ao mesmo tempo, não havia maneira de lá chegar. Os segundos começaram a parecer bem maiores e comecei a sentir o corpo mais tenso e a respiração mais rápida. Pedi ao meu namorado para colocar a mão dele em cima da minha, que estava na manete de mudanças, e acalmei um pouco com o toque dele. Assim que dei por mim estava a sair da ponte e a emoção que senti foi tão intensa que enquanto conduzia só queria saltar ao mesmo tempo e chorava de alívio. Foi um dos momentos mais felizes da minha vida!

Entretanto já atravessei a ponte mais umas vezes e no final deste mês vou repetir a proeza! 

[daqui]

Há poucos dias decidi utilizar o mesmo método para recomeçar a andar de metro. Já coloquei uma imagem do interior de uma carruagem do metro no meu ambiente de trabalho, já comecei a andar de metro com o meu namorado e, entretanto, fiz o passe para andar com ele todos os dias. O desafio final vai ser andar de metro “sozinha”. Vamos lá ver como isto corre…

Quarta-feira, 3 de Abril de 2013

Giveaway: Massas – Receitas Rápidas, Fáceis e Económicas

Depois de umas mini férias, já regressei às arrumações e encontrei mais um livrinho repetido, desta vez de receitas, que será oferecido à primeira leitora que se mostrar interessada! 

O pequeno livro Receitas Rápidas, Fáceis e Económicas de Massas faz parte de uma colecção editada pelo jornal Correio da Manhã e possui 24 receitas de Massas. 



Alguém interessada? 


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