28 de setembro de 2015

Simplificar a Vida - #002 Usar o Sistema de Dave para destralhar

Segue-se o segundo post da série Simplificar a Vida! O segundo passo que Elaine St. James aconselha no seu livro é: usar o Sistema de Dave para destralhar.



Sistema de Dave para destralhar

Dave, um amigo de Elaine St. James, quando tem artigos que já não usa mas que, ao mesmo tempo, não tem coragem para deitar fora, usa o seguinte sistema:
  1. Colocar os artigos numa caixa.
  2. Colocar uma etiqueta na caixa, sem descriminar os artigos guardados, com uma data posterior, entre 2 a 3 anos.
  3. Guardar as caixas num sótão, cave ou noutra divisão mais conveniente.
  4. Examinar as etiquetas das caixas, uma vez por ano. Deitar fora as caixas marcadas com o ano corrente, sem ver o que está no interior. Se não virmos o que lá está dentro, não iremos dar pela sua falta.

Quando eu comecei a destralhar, usava três caixas e um saco de lixo. As três caixas serviam para: separar as coisas que queria manter; as coisas que não tinha bem a certeza se queria ou não; e as coisas que iria doar ou vender. Claro que na caixa das dúvidas é suposto colocar poucos artigos mas, nas primeiras vezes que tentei seguir este método, acabei com a caixa das dúvidas cheia, aliás acabei com várias caixas dessas! Tinha (e às vezes ainda tenho...) alguma dificuldade em desapegar-me das coisas e tinha mesmo imensa coisa acumulada e isso não mudou de repente.

Eu não colocava data nas caixas como o Sistema de Dave indica mas, passados alguns meses, revisitava-as e depois disto acontecer várias vezes sem retirar qualquer coisa delas ganhei confiança nas minhas decisões: já não precisava mesmo daquilo! Não tinha mudado de ideias: as coisas não me tinham feito falta alguma. Isso tornou-me mais decidida e, nas vezes seguintes, em vez de ter caixas das dúvidas com 50 coisas, passei a colocar poucas coisas de parte.

No fundo, andei uns tempos a livrar-me da tralha mas a velocidade de caracol: em vez de retirar do armário e desfazer-me delas, mudava as coisas do armário para as caixas e, uns meses depois, destas para o lixo. Penso que o Sistema de Dave não iria provocar este ganho de confiança nas minhas decisões ao seleccionar o que seria guardado e o que iria para o lixo mas poderá funcionar contigo!


Mais vale eliminar que (mais tarde) destralhar...

Elaine sublinha que o mais importante é manter a vida livre de tralha criando, em primeiro lugar, o hábito de não acumular. No momento em que pegamos, por exemplo, numa camisola que não queremos usar mais, deve-se deitá-la imediatamente fora em vez de atirá-la para o canto do roupeiro. Ao pegar em qualquer tipo de artigo, devemos reflectir: Quero realmente guardar isto ou é apenas mais uma coisa a juntar-se à tralha?


À medida que fui deitando coisas fora, os espaços à minha volta tornaram-se mais livres, organizados e bonitos e fui ganhando alguma aversão à tralha e aos amontoados de coisas. Evitar acumular após começar a destralhar surgiu de uma forma natural, assim como deixar de comprar por impulso, afinal não queria voltar para trás, sentia-me cada vez melhor em minha casa!

Mas todos nós temos o nosso ponto fraco e o meu são os livros. Já vendi alguns, sobretudo os técnicos que não precisava mais. Vendi também alguns romances mas foi uma minoria comparado com a biblioteca que me ocupa uma divisão da casa. Li, há uns dias atrás, um post sobre destralhar livros que Thais recomendou e, pela primeira vez, senti-me tentada a ir um pouquinho mais longe.


Espero que gostes desta série de posts e que estes possam ajudar-te também a simplificar a tua vida!

25 de setembro de 2015

Simplificar a Vida - #001 Reduzir a Tralha

Este é o primeiro post da série Simplificar a Vida e será sobre o primeiro passo que Elaine St. James aconselha: Reduzir a Tralha.

Reduzir a Tralha



Existem vários locais onde isto poderá fazer sentido:
  • Casa (todas as divisões, incluindo garagem e sótão)
  • Carro
  • Local de Trabalho
  • Vida

Quando eu tenho um grande desafio pela frente, uso sempre a mesma estratégia: transformar a tarefa num conjunto de pequenas tarefas e começar com a mais fácil. A tarefa mais fácil poderá ser diferente de pessoa para pessoa pois a complexidade da tarefa está associada à quantidade de tralha a eliminar e/ou à ligação emocional às coisas.

Para mim, começar pela tarefa mais fácil ajuda a manter a motivação porque consigo acabar com sucesso aquilo a que me propus, ficando com mais vontade de continuar. Por exemplo, se a casa precisar de uma organização geral, dedico-me a uma divisão de cada vez, começando pela mais pequena.
Quando começava por uma tarefa mais desgastante emocionalmente ou mais demorada, sentia que nunca mais chegava ao fim e a minha motivação ia desaparecendo.


O que fazer com a tralha eliminada?
  • Oferecer a um amigo
  • Doar a instituições
  • Vender
  • Reciclar caso possa ter utilidade quando usada de outra forma.
  • Deitar no lixo.

Comigo, a ideia de reciclar objectos durante o processo de destralhar é perigosa… Muitas das coisas que fui acumulando foi precisamente com a ideia de que um dia poderiam ser úteis.

Das restantes sugestões, aplico todas. Oferecer “tralha” a um amigo poderá parecer a mais estranha mas, por vezes, o que se torna tralha para nós, poderá ser apreciada por outra pessoa. Vou dar-vos um exemplo que acontece frequentemente comigo:

No Natal e aniversário, eu recebo muitos cremes hidratantes de fruta ou flores porque já toda a gente sabe que é uma das minhas prendas favoritas! Mas, acabo por receber alguns cremes e perfumes que não posso usar (cremes com aloé vera ou camomila fazem alergia; cremes e perfumes muito doces, deixam-me enjoada). Como também tenho familiares e amigas que adoram receber perfumes e cremes, ponho-os de parte e ofereço pelo aniversário.


E depois...?

Elaine, quando terminou de destralhar a casa, ficou com tanto espaço livre que chegou à conclusão que não precisava de viver numa casa tão grande e mudou-se para uma mais pequena! É incrível a quantidade de coisas que podemos estar guardando sem qualquer utilidade!

Começar a destralhar, não é fácil. Para mim não foi, por várias razões. Algumas coisas estavam associadas a memórias, outras tinham valor sentimental por terem sido oferecidas por pessoas queridas e, as que nunca tinham sido usadas, provocavam um confronto interno por causa do dinheiro que tinha desperdiçado com elas. Mas, entretanto, à medida que fui destralhando, ganhei esse vício em tornar os espaços mais organizados e com um aspeto clean.

Depois, fui notando uma grande mudança nos meus hábitos de consumo. As minhas compras deixaram de ser frequentes e irreflectidas e passaram a ser ocasionais e planeadas. Ia cada vez menos aos centros comerciais, a ânsia de comprar foi substituída por uma certeza tranquila: “não preciso de nada”.

22 de setembro de 2015

Simplificar a Vida - 100 Coisas a Fazer


Hoje quero partilhar convosco um livro que me motivou imenso no processo de destralhar. Ainda vivia com os meus pais, tinha imensa coisa e um quarto a rebentar pelas costuras. Mas, apesar da desarrumação, sempre fui uma pessoa que precisa de ter as coisas limpas e organizadas à volta. Tentei, inúmeras vezes, arrumar o quarto mas a quantidade de coisas que tinha tornavam essa tarefa impossível. Era preciso destralhar, selecionar apenas o essencial mas eu só tentava arrumar.

Entretanto, quando mudei para a casa onde me encontro hoje, decidi que a confusão à minha volta tinha da parar. Não queria continuar a viver assim na minha casa nova. Era o momento certo para por mãos à obra.

Elaine St. James, a autora do livro Simplify Your Life - 100 Ways to Slow Down and Enjoy the Things That Really Matter (Simplificar a Vida - 100 Coisas a Fazer para Desacelerar e Aproveitar as Coisas que Realmente Interessam), também começou assim. 
Viu-se com a agenda cheia de tarefas, compromissos, obrigações e sem tempo nenhuma para si, para respirar. A casa, o carrão, os aparelhos eléctricos, a enorme quantidade de coisas que possuía atrapalhavam a sua vida. Elaine tirou uns dias, afastou-se de tudo e reflectiu sobre coisas que poderia fazer para simplificar a sua vida. Queria ter mais tempo para se dedicar às coisas que realmente gostava de fazer.

Elaine chegou à conclusão de que, para si, viver de forma mais simples significava:
  1. Reduzir o número de coisas.
  2. Manter o conforto.
  3. Eliminar a complexidade.
  4. Diminuir as obrigações e compromissos sociais.

No entanto, não existiam manuais por onde se guiar. Então, sempre que terminava uma tarefa que simplificava a sua vida, surgiam outras que também poderiam ajudar nesse processo. Ao compilar as ideias que foi tendo, escreveu o livro Simplify Your Life


Nesse livro apresenta 100 passos para tornar a vida mais simples, que se encontram agrupados em 8 tópicos principais:
  1. Casa
  2. Estilo de Vida
  3. Finanças
  4. Trabalho
  5. Saúde
  6. Vida Pessoal
  7. Coisas de Mulher
  8. Simplicidade Hardcore (!)

Quero dedicar alguns posts às sugestões que Elaine apresenta no seu livro mas ainda não sei se o faça de uma forma diária ou semanal, até porque alguns passos não se podem pôr em prática num só dia. Mas, antes de mais, queria frisar que este é um processo pessoal. Aquilo que poderá simplificar a minha vida, poderá não fazer sentido na vida de outra pessoa. Eu falarei somente das sugestões que, para mim, são mais relevantes no dia-a-dia. Se gostarem, procurem o livro, encontrarão outras sugestões que poderão achar úteis!

19 de setembro de 2015

Outono: 7 Coisas para Fazer

Adoro o Outono. Em férias, não há nada melhor que o sol, a esplanada e a praia para relaxar mas, na cidade, não gosto de dias tão quentes. Quase morro de calor quando passeio os cães e sair de casa nas horas mais quentes é um suplício.



No início do Outono, assim como no início da Primavera, gosto de fazer algumas mudanças na casa. Começo sempre por guardar os sapatos da estação e seleciono a roupa antes de a guardar para o ano seguinte, fica a que está em condições e com que ainda me identifico e o resto, consoante o estado, é doado ou segue para o lixo.

A maior alteração na decoração da casa, acontece no quarto de dormir e na sala. No quarto, coloco logo um edredom na cama (há cama mais rápida de fazer??); na sala, mudo os tecidos que cobrem os sofás para cores mais sóbrias (perto do natal, mudo para uns que tenho em vermelho, muito giros, comprados no Continente).

Mas, os fins de semana de chuva pedem mesmo atividades caseiras. Ficam algumas ideias para este Outono:
  1. Ler bons romances ou bons policiais.
  2. Ver filmes nomeados para Oscar e beber chá ou comer pipocas.
  3. Fazer trabalhos manuais, para a casa ou para oferecer no Natal.
  4. Decoração da casa - trocar roupa para a nova estação, colocar edredons ou cobertores na cama, ter mantas nas divisões mais utilizadas.
  5. Usar o forno para cozinhar pratos que só nos dias frios são verdadeiramente apreciados.
  6. Comer castanhas numa tarde com família ou amigos.
  7. Fazer pequenas viagens e Namorar muito.

E tu, que gostas de fazer nos dias de frios ou de chuva?

17 de setembro de 2015

Casamento: Prendas e Etiqueta

Terminando a série de posts relativo ao tema Casamento, quero falar de algumas dúvidas de etiqueta mais comuns e, também, sobre as prendas a oferecer aos noivos. Comecemos por estas, que eu adoro oferecer prendas!



As Prendas

Os noivos, que ainda não vivem juntos, costumam colocar uma lista de artigos para a casa em uma ou mais lojas pelo que, neste caso, o convidado vai a uma das lojas em questão e poderá procurar por um ou mais artigos dentro do orçamento pré-definido, o qual deverá ter em conta a sua proximidade aos noivos.

Neste último casamento a que fui, os noivos já viviam juntos e optaram por não colocar qualquer lista. Neste caso, uma prenda sempre muito apreciada é dinheiro. Desta forma, evita-se oferecer artigos que os noivos já possuem ou que simplesmente não gostam. O dinheiro é uma prenda muito prática já que os noivos terão, assim, possibilidade de o gastar onde realmente precisam/desejam, inclusivamente na lua-de-mel.

O dinheiro deverá ser colocado dentro do postal ou junto do cartão de felicitações, com algumas palavras pessoais, em envelope fechado. Mais uma vez, a quantia deverá ter em conta a proximidade dos noivos mas também o número de familiares convidado mesmo que nem todos possam comparecer, cobrindo sempre a despesa que os noivos tiveram relativamente à refeição.



7 Regras de Etiqueta

Ficam aqui alguns pormenores de etiqueta que suscitaram dúvidas entre os convidados e que considero serem mais relevantes:
  1. Nunca telefonar aos noivos, no próprio dia, a pedir direcções para o local da cerimónia.
  2. Chegar com 20 a 30 minutos de antecedência para que tudo esteja organizado antes da noiva chegar.
  3. Na cerimónia, os convidados da noiva sentam-se do lado esquerdo; os do noivo, do lado direito. Deixar sempre os primeiros lugares para os familiares mais próximos.
  4. Desligar o telemóvel durante a cerimónia.
  5. No copo d’água, os noivos iniciam a refeição e só depois avançam os convidados.
  6. A primeira dança pertence aos noivos, seguida da noiva com o seu pai e do noivo com a sua mãe e, só depois, os convidados dirigem-se à pista de dança.
  7. Após o casamento, os convidados só deverão contactar os noivos quando estes regressarem da lua-de-mel. Afinal os pombinhos querem ter um tempinho só para si.

Mas, acima de tudo, sejam simpáticos e divirtam-se! A noiva escolheu partilhar este dia tão especial convosco e ficará muito feliz se todos, à sua volta, estiverem felizes também.

16 de setembro de 2015

Casamento: o que vestir?

Neste último fim-de-semana fui ao casamento de um dos meus melhores amigos. Foi um casamento religioso, numa capela linda e o copo d’água num restaurante com um pequeno jardim, mesmo em frente ao mar.

[Polka Dot Bride]

Os noivos estavam muito emocionados. As músicas escolhidas, cantadas à capela, tornaram o momento único. Fiz um esforço enorme para conter a minha emoção a apenas algumas lágrimas e vi que outras convidadas também. Foi um momento mesmo muito especial.

Com o aproximar do casamento, e no próprio dia, surgiram algumas dúvidas quanto à indumentária, prendas e pormenores de etiqueta, tanto da minha parte como de outros convidados, pelo que decidi escrever uma série de posts a propósito deste evento.

O que vestir?

Seja convidado ou convidada, deve ter-se em conta a hora do casamento. Por vezes, os noivos definem um dress code e, nesse caso, basta seguir as indicações dadas. Mas, muitas vezes, não há um dress code pré-definido pelo que se seguem algumas regras básicas:

  1. Não vestir branco. A cor está reservada à noiva, mesmo que esta opte por outra cor.
  2. Não usar preto se o casamento for realizado de manhã ou no início da tarde.
  3. Não tentar um look casual chic, incorporando uns jeans, mesmo que escuros, ou ténis.
  4. Não exagerar. Deve-se optar pela descrição e elegância, deixando a noiva destacar-se neste seu dia tão especial.

Da parte de manhã e início de tarde, a convidada poderá optar por um vestido, de comprimento pelo joelho, que poderá ser floral, mas sempre de tons mais claros. O convidado por um fato azul ou cinzento e gravata clara.



Os meus vestidos preferidos são o 1 e o 5. Quais são os teus?

Pelo final do dia, a convidada deverá vestir uma cor mais escura, seja um vestido de cocktail ou um simples vestido preto. O convidado deverá levar fato preto ou smoking.



Que acessórios usar?

A convidada deverá usar:
  1. Saltos altos (não esquecer as sabrinas para trocar à noite e dançar até fartar!).
  2. Uma clutch, a qual poderá ter algum brilho.
  3. Brincos, colar, pulseira ou anéis. Após escolher, retirar uma das opções.
  4. O relógio deverá ser pequeno com bracelete fina.

O convidado poderá usar:
  1. Mocassins ou sapatos clássicos, mas sempre pretos 
  2. Meia preta. A mistura de algodão com elastano torna-a confortável.
  3. O relógio deverá ser clássico, deixando de lado o relógio desportivo colorido.


Conselhos para as Compras:

  1. Fazer uma inspecção ao armário para evitar gastar dinheiro desnecessariamente.
  2. No caso de ser preciso comprar algumas peças, estabelecer um orçamento e escolher as lojas em função do mesmo.
  3. Comprar peças simples que possam ser usadas noutras ocasiões. Não vale a pena comprar um vestido para ficar no armário à espera do próximo casamento...


Antes de ir às compras, gosto de retirar os vestidos do armário que mais se adequam, assim como alternativas de calçado e clutch. Só depois decido se preciso, realmente, comprar alguma peça ou acessório.

Para este casamento, não comprei nem roupa nem acessórios. Levei um vestido rosa fluído pelo joelho comprado, há um ano, em saldos na Promod por 20€. Os collants e o calçado foram comprados para a passagem de ano, na Primark, por um total de 20€, no máximo. Usei dois anéis que comprei nos saldos deste Verão por, cerca de, 3€ e uma clutch preta com alça metálica, oferecida há uns anos por uma revista, já não sei precisar qual… O pormenor mais caro foi mesmo o relógio, comprado há uns 5 anos na Asos por, cerca de, 30€.

Nenhuma destas peças foi comprada para ser usada exclusivamente em casamentos, tento sempre comprar peças que, conjugadas de forma diferente, possam ser usadas em outras ocasiões menos formais.

Portanto, já sabem, não é preciso gastar muito para fazer um conjunto elegante!

8 de setembro de 2015

Para uma Vida Mais Saudável

O blogue está em mudança, alguns dos botões ainda não funcionam mas já dá para ter uma ideia daquilo que quero fazer: incluir novos temas, melhorar as fotos, escrever mais frequentemente e, claro, mais organização.


Gosto que as coisas evoluam ao longo do tempo e tenho feito um esforço para que essa evolução aconteça também na minha vida. Parando e olhando para trás, orgulho-me de algumas coisas que conquistei:
  1. Deixei de fumar. Depois de parar e recomeçar a fumar algumas vezes, há 5 anos que não toco num cigarro!
  2. Deixei de ser consumista. Prefiro a qualidade à quantidade. Prefiro espaços com poucas coisas e organizados. Centro comercial é o último sítio onde me podem encontrar num fim-de-semana.
  3. Sou mais tolerante. A minha tela tem agora muitos tons de cinzento, não é tudo branco ou preto, sim ou não.
  4. Sou mais responsável com a minha saúde. Tenho mais cuidado com a alimentação e deixei de ter excesso de peso.
  5. Dediquei mais tempo aos outros através de voluntariado.
  6. Adoptei dois cães abandonados na rua. São os animais mais fofos do mundo!
  7. Pus as expectativas dos outros de parte e licenciei-me na área que gosto. Neste último ano, complementei os meus estudos com um curso de Nutrição e Dietética.
  8. Estudei um pouco de programação .html e .css e aprendi a trabalhar com o Photoshop para poder editar o blogue ao meu gosto.

Mas, muitas outras coisas ainda estão por conquistar:
  1. Quero dedicar mais tempo à cozinha, criando receitas saudáveis.
  2. Quero dedicar mais tempo à fotografia.
  3. Quero vencer mais fobias e controlar os ataques de pânico.
  4. Quero ter uma vida (ainda) mais saudável. Agora que tenho o peso ideal para a minha altura, quero ficar em forma.
  5. Quero entrar no mercado de trabalho e não fazer apenas part-time. Estou há um ano a candidatar-me a bolsas de investigação e até hoje fui chamada apenas para duas entrevistas... Ontem foi uma delas. Será que é desta..?
  6. Quero namorar mais. Sair apenas com o L, para que a nossa atenção não se foque apenas nos cães aos saltos.
  7. Quero terminar a decoração da casa (mas, para isso, precisava mesmo de um trabalho...).
  8. Quero tratar mais de mim e menos dos outros, sem que isso me faça sentir egoísta.
  9. Quero que blogue seja uma reflexão do estilo de vida saudável que vou tentando alcançar e, com isso, motivar todos os que por aqui passam a tornar as suas vidas, também, mais saudáveis. Será que consigo??

E tu, que mudanças poderias fazer para viver uma vida mais saudável?
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