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Sorteio: Boonzi – Software de Gestão de Finanças Pessoais

Há cerca de um mês comecei a utilizar o software Boonzi, a convite da startup portuguesa que criou esta plataforma. Foi-me apresentado como sendo um software nacional (yey!), que permite controlar o orçamento familiar e poupar dinheiro, de forma muito fácil. Como sabem, dou grande importância à gestão do dinheiro pelo que a proposta era irrecusável! Fui imediatamente pesquisar o Boonzi na internet e descobri que desde que foi criado, em 2013, foi descarregado por 18 mil pessoas ao longo do primeiro ano! Para além disso, possui a aplicação para Android está muito bem avaliada: possui 4,3 em 5,0 estrelas possíveis! Após um mês de experimentação, posso afirmar que o Boonzi é de facto um software muito fácil de utilizar! Como sabem, eu anotava as minhas finanças numa folha de excel mas acabei por desistir pelo trabalho que dava registar todas as minhas despesas e receitas… Mas o Boonzi tem a grande vantagem de permitir importar os movimentos directamente de todos os bancos nacionais onde se possui conta, nunca sendo necessário introduzir qualquer dado bancário, já que a importação é feita com um simples movimento de "copy & paste"!

[Boonzi]

Após a importação dos movimentos do extracto bancário, o Boonzi auto-preenche as categorias (restauração, combustível, vestuário, supermercado, farmácia, etc.) e entidades mais comuns do país pré-definido (Portugal, Reino Unido ou Estados Unidos) classificando, automaticamente, cada despesa.


[Boonzi]



Para além disso, ainda cria um relatório detalhado, organizado por categoria, entidade, fluxo de caixa e evolução do saldo. Tal permite perceber, por exemplo, quanto se gasta em cada categoria e criar, a partir dessa análise, um limite no orçamento, mensal e anual, para a categoria respectiva. 

[Boonzi]

[Boonzi]

Uma dúvida que me surgiu durante a utilização do Boonzi foi relativamente aos gastos feitos sob a forma de numerário. Os cafés tomados, o supermercado que não deixa pagar com cartão, a revista, como iria controlar essas despesas? A boa notícia é que estes gastos podem ser adicionados, manualmente, no Boonzi e, se instalarem a aplicação no telemóvel, podem registar a compra no momento! No entanto, o meu telemóvel não é compatível com a aplicação mas, como faço poucas compras, registo-as em casa. Para não me esquecer de adicionar qualquer compra, guardo todos os talões.


Em suma, os pontos positivos e negativos que achei mais relevantes após experimentar, durante 1 mês, este produto, foram…

Pontos positivos:
- utilização fácil, segura e intuitiva.
- rápida importação dos movimentos a partir do extracto bancário.
- permite inserir os gastos feitos por numerário.
- permite a calendarização de, por exemplo, despesas futuras ou fixas.
- realização automática de um relatório pormenorizado .
- possibilidade de definir limites no orçamento mensal e anual por categoria.
- apresentação gráfica apelativa, com um aspecto clean.

Pontos negativos:
- não consegui instalar a aplicação Boonzi no meu telemóvel. Depois de alguma pesquisa, descobri que esta aplicação, de momento, só é compatível com os sistemas iOS 6 e 7 e Android 4.0, 4.1, 4.2, 4.3 e 4.4

Por fim, a melhor notícia! O blogue My Cinnamon Heart e a startup responsável pela criação do Boonzi criaram uma parceria e, juntas, vamos oferecer uma licença vitalícia!

Para se habilitarem à licença vitalícia do Boonzi só terão de:
  1. Fazer gosto na página de Facebook do Boonzi.
  2. Partilhar este sorteio no Facebook.
  3. Preencher o formulário que se encontra abaixo (é permitida apenas uma participação por endereço de e-mail; participações duplicadas não serão tidas em conta).


O formulário poderá ser preenchido até ao dia 18 de Julho e o vencedor será escolhido, aleatoriamente, através do Random.org, no dia 21 de Julho.


Queres experimentar o Boonzi gratuitamente? Descarrega a demo e testa o Boonzi durante 30 dias! 

Boa sorte e boas poupanças!!! :)

* Post escrito em parceria com a Boonzi *

Kakebo e outras prioridades em casa que nos poupam um ataque de nervos

Já passou um mês desde que comecei a viver sozinha! Quando saí de casa dos meus pais, sabia que tinha de me tornar numa pessoa mais organizada para conseguir decorar a casa, fazer as mudanças e deixar tudo organizado, manter a casa limpa, gerir o meu dinheiro, etc., etc., sem me tornar numa dona de casa à beira de um ataque de nervos...

Passado este primeiro mês, ainda não consegui arrumar tudo, existem divisões da casa que estão caóticas, esqueço-me de tirar o pão ou o peixe do congelador com antecedência, tenho uma pilha de roupa por passar a ferro e ainda tenho cadeiras do Ikea por montar!

No entanto, já não me sinto stressada com tudo isso… O truque que eu usei para conseguir relaxar foi criar, simplesmente, uma lista de prioridades. Primeiro, fiz uma limpeza geral na casa, depois dediquei-me à cozinha, às casas-de-banho e ao quarto principal e sinto que, desde que mantenha essas divisões em ordem, consigo lidar em paz com o resto da casa que ainda está em stand-by.

kakebo encontrado aqui
Para além disso, tenho registado todos os meus gastos. Esta é outra grande prioridade que penso estar bastante subvalorizada na nossa cultura. No Japão, as mulheres registam minuciosamente todo o dinheiro gasto pela família, sendo essa tradição, incluída no kakebo, aprendida desde a escola primária! Quando mantemos um registo diário das nossas despesas, torna-se mais fácil perceber onde se gasta mais dinheiro e como é possível poupar mais. Por exemplo, durante este último mês tenho feito esse registo numa folha de excel e construí um gráfico circular para visualizar o peso de cada categoria no gasto mensal (como categorias tenho artigos para a casa, supermercado, snack-bar, transportes, livros, telemóvel, etc.).


Setembro foi um mês atípico, comprei muitas coisas para a casa que não terei de comprar outra vez, pelo que essa categoria irá, em princípio, perder relevância. No entanto, já consigo perceber onde gasto mais dinheiro: saúde (inclui consultas, o teste de intolerâncias que fiz, medicamentos para a ansiedade e pílula), supermercado (inclui todos os tipos de mercado e mercearias) e snack-bar (inclui cafés, bar da faculdade e almoços na cantina).

À partida, seria fácil assumir que, destas três categorias, apenas conseguiria poupar no snack-bar, levando lanches de casa e preparando o almoço para levar para a faculdade mas não é bem assim… também é possível poupar na saúde se melhorarmos o nosso estilo de vida! Relativamente ao supermercado, será mais difícil porque eu já planeio as compras com antecedência, raramente desperdiço comida em casa e uso bastantes vales de desconto nas compras que faço! 

E tu, tens uma ideia de quanto gastas por mês?

Reflexão sobre estratégias para poupar dinheiro

Este mês já experimentei duas estratégias para poupar dinheiro - esta e esta - ponderei sobre os aspectos positivos e negativos de cada, verifiquei quanto conseguia poupar em cada um dos casos e cheguei a uma conclusão: vou regressar à primeira opção!
 
[daqui]

A estratégia que consiste em pôr de parte as moedas de 1 e 2 euros começou por ter algum impacto. Para além de poupar diariamente (é necessário retirar, todos os dias, as moedas referidas da carteira e pô-las num mealheiro), o facto de gastar tanta nota obrigou-me a ponderar bastante cada compra que fazia. No entanto, aos poucos, esse efeito foi-se desvanecendo e ficou apenas gravada a regra de colocar as moedas de parte. 
Passadas umas semanas tenho de dar razão à Sandra D. que, num comentário, referiu que desta forma o dinheiro “fugia” da conta. Na altura não me apercebi do real impacto que isso poderia ter mas hoje, ao ver a minha conta à ordem, fiquei com dores de cabeça. Acho que nunca "gastei" tanto como no último mês ou pelo menos aparentemente. Claro que parte desse dinheiro está convertido em moedas (muitas mesmo) no mealheiro mas o “buraco” na minha conta bancária deixa-me deprimida. 
 
[daqui]

Decidi então voltar à primeira estratégia: deixar o cartão em casa e fazer um levantamento no início de cada mês e por uns 20€ na carteira por semana, limitando as refeições fora e cafés a esse número.

E regressando à questão do registo diário dos gastos... nem sei como não nos ocorreu isto! Agora, em qualquer compra feita, dão-nos factura por isso basta guardá-las e anotar tudo num bloco pelo final do dia...  Assim não escapa nada!

Finanças: Poupar moedas de 1 e 2 euros

Ando muito entusiasmada com as minhas poupanças! 

[daqui]

Depois de ter deixado o cartão de crédito em casa e pagar tudo a dinheiro, passei a pôr as moedas de 1 e 2€ de parte, sempre que as recebo como troco, para amealhá-las. No início não sabia se isto iria ter algum impacto relevante nas poupanças mas agora já percebi como funciona esta estratégia.

Imaginem que é preciso comprar qualquer coisa que custa 8€, paga-se com uma nota de 10€, e recebe-se de troco duas moedas de 1€. Essas moedas são automaticamente postas de parte. Se, no mesmo dia, for preciso comprar outra coisa, terá de se utilizar uma nota porque não se podem utilizar as duas moedas de 1€ que foram recebidas de troco.



Que impactos se sentem ao aplicar esta estratégia?

  • As compras por impulso têm os dias contados. O facto de ter de se pagar tanta coisa com notas, porque raramente existem suficientes trocos abaixo de moedas de 1€, pensa-se duas vezes se realmente é preciso comprar determinada coisa. Se antes eu fazia algumas compras por impulso e daí a uns dias, me arrependia e pensava no dinheiro que tinha desperdiçado, agora as compras por impulso não acontecem mais. É difícil a parte racional não se sobrepor à parte emocional, quando se vê tanta nota a sair das nossas carteiras...

  • A poupança torna-se num hábito diário. Dificilmente, se chega ao fim de um mês a pensar no que se poderia ter poupado porque, praticamente, em todos os dias que gastamos, poupamos!


Instalei também a aplicação Canarinho no meu telemóvel, funciona bem, é acessível mas esqueço-me muitas vezes de apontar aquilo que gastei, o que torna impossível fazer um registo semanal ou mensal...


 
Alguém tem alguma sugestão para não nos esquecermos de apontar tudo??

Finanças: Mealheiro

Li uma sugestão sobre poupar dinheiro que consistia em colocar no mealheiro todas as moedas de 2€, 1€ e 0,50€ que tivermos na carteira pelo final do dia. A ideia é ir pondo de lado essas moedas durante o dia e sempre que for preciso pagar alguma coisa, utilizar as mais pequenas ou então uma nota.

Para além de acumular as moedas de 2, 1 e 0,50€ na carteira, caso hajam moedas suficientes na carteira para trocá-las por uma das moedas que queremos amealhar, deverão ser trocadas num café ou noutro local que, regra geral, necessite de trocos.

Não sei se fará muita diferença. Nem percebo bem como isto poderá ajudar-me a poupar, uma vez que se fazem as mesmas compras mas com notas ou trocos... Talvez a ideia seja ir poupando diariamente em vez de fazer isso pontualmente...

De qualquer forma, a partir de agora o meu mealheiro só irá conhecer moedas de 1€ e 2€!

[daqui]


Será que ele vai ficar assim tão grande? :)




Finanças: Registo Diário de Gastos

Depois de ter concluído que já poderia ter poupado e investido cerca de 2000€ que gastei em revistas (!), fui ler alguns artigos sobre finanças. Já tenho poupado bastante desde que decidi deixar os cartões de débito e crédito em casa mas se calhar ainda posso fazer melhor.

Tendo em conta a situação do país (e não me vou alongar neste assunto...), é cada vez mais importante saber poupar e investir, criar um fundo de emergência e conseguir sobreviver sem qualquer ajuda, incluindo a reforma, que já não é certa.


A minha questão era... por onde começar??

[daqui]

Amanhã entramos num novo mês e é uma óptima altura para iniciar um registo diário dos gastos, indicando onde e quanto se gastou. Sim, vai dar um pouco de trabalho mas depois irá compensar. 
Pelo final do mês, será possível agrupar os gastos por categoria e perceber que hábitos podem ser alterados para reduzir os gastos!


Aprende três formas para poupar dinheiro!


Lembram-se da minha resolução quanto aos cartões de débito e de crédito?


Eu queria verificar se conseguia poupar mais dinheiro se fizesse as minhas compras apenas com notas e moedas, reduzindo as compras com o cartão apenas às estritamente necessárias.


Comecei este desafio no mês de Fevereiro e nesse mês consegui poupar 100€. Esta nova resolução estava a dar frutos! Para quem não conseguia poupar sequer 1 cêntimo pelo final do mês, a nova resolução assemelhava-se a um milagre!


No entanto, no mês de Março apenas poupei 30€ e fiquei muito desiludida. E se tinha sido apenas uma coincidência e o método não estivesse, realmente, a funcionar? Afinal não me lembrava de qualquer gasto extra feito em Março... para onde teriam ido os restantes 70€ que em Fevereiro tinha conseguido poupar?


Não desisti. Fiz um rewind mental e apercebi-me que a diferença estava no número de refeições que tomava fora de casa.

Enquanto em Fevereiro estava em plena época de exames e pude almoçar e jantar, quase todos os dias, em casa, no mês de Março já estava em aulas. O horário deste semestre é bastante puxado e não tenho qualquer hipótese de vir almoçar em casa. Chego a fazer 4 refeições na faculdade... tomo o meu segundo pequeno-almoço, o almoço, o lanche e, nos dias em que só termino as aulas às 21H, um pseudo jantar.


Portanto para conseguir poupar durante os meses de aulas, tinha de encontrar mais soluções. Surgiram-me logo duas ideias. Iria poupar nas refeições, levando lanches, ou mesmo o almoço de casa, e iria encontrar uma forma de poupar no combustível. Não que use muito o carro, regra geral ando de autocarro ou a pé mas dado que o combustível é cada vez mais caro tinha a certeza que pequenas alterações provocariam resultados apreciáveis pelo final do mês.


Entretanto as novas ideias que pus em prática já estão a resultar! Falta apenas uma semana para o mês de Abril terminar e eu já poupei 100€, tanto quanto tinha conseguido poupar em Fevereiro, um mês que foi passado, praticamente, em casa a estudar!


Resumindo, já encontrei três formas para poupar dinheiro. Não são nenhum segredo mas para funcionarem têm de ser aplicadas. Sempre!

  • Não utilizar cartão de débito ou crédito. Fazer todas as compras com notas ou moedas.
  • Preparar lanches ou almoço em casa e levá-los para a faculdade ou local de trabalho.
  • Poupar na gasolina, optando pelos transportes públicos e por uma condução consciente.

Como planear as compras de supermercado

[daqui]
Como já vos contei, na sequência de ter conhecido o sistema dos envelopes, conheci o programa “America´s Cheapest Family”. E, entretanto, comecei a ler o segundo livro deles: “Cut Your Grocery Bill in Half”.

Cá em casa, as idas ao supermercado ou hipermercado são tarefas divididas por todos. O meu pai vai ao Continente, uma vez por mês, para repor o stock, a minha mãe vai ao Pingo Doce uma vez por semana comprar os frescos, peixe ou carne e eu vou ao Continente fazer as compras de emergência ou para aproveitar os vales de 5€, no caminho da faculdade para casa.
Este hábito já se mantém há muitos anos e, por isso, acabo por ter uma boa noção dos preços médios de todos os artigos que se compram cá em casa.

Quando mudar de casa, as compras vão ser feitas todas por mim. Como sei que a alimentação representa uma fatia importante nos encargos domésticos, comecei a pensar em estratégias que permitissem poupar nesta área.


Escolha do Supermercado ou Hipermercado

Na minha opinião, deslocarmo-nos a supermercados ou hipermercados relativamente longe de casa ou do trabalho apenas com esse intuito não compensa o gasto da gasolina, que está constantemente a aumentar, nem o tempo perdido nos trajectos, que ninguém me pode devolver, quando só alguns artigos são mais baratos!

Comecei então por pensar nos supermercados que tenho mais perto da minha futura casa (e, com “perto”, refiro-me a locais onde possa ir e voltar a pé sem que o transporte de três ou quatro sacos de compras represente uma tortura). Apercebi-me que só tenho um: o Pingo Doce.
Para os artigos pesados existem duas opções: uma ida de carro ao supermercado (que eu queria mesmo evitar...) ou uma encomenda feita online. Fui espreitar o site do Continente e verifiquei que no caso da compra ser de valor inferior a 200€, a taxa de entrega é de 3€, caso a entrega possa ser feita das 8:30 às 18H de qualquer dia útil ou no Sábado. Pelo tempo poupado e gasolina que não gasto nas deslocações, não me parece mal (só resta confirmar a qualidade dos artigos e a sua pontualidade...).


Escolha dos Produtos Alimentares e Outros

Geralmente opto por produtos de marca branca que representa, imediatamente, uma grande poupança em qualquer ida às compras. De memória, são apenas oito os artigos que não compro de marca branca, com receio de que a qualidade não se mantenha: o leite, a manteiga, o queijo, o azeite, o café, o chá, a pasta de dentes e o champô.
Para além de preferir as marcas brancas, decidi criar uma pequena tabela onde vou registando os principais produtos que compro, o local e o preço mais baixo que já encontrei. Pensei apenas nestas três colunas para começar porque quero manter tudo bem simples.

Como vou guardando os recibos dos supermercados foi fácil criar uma tabela base. Já tenho uma folha A5 preenchida com os produtos e respectivos preços, que pretendo utilizar sempre que vou às compras. A minha ideia é a seguinte: apenas compro um determinado produto se estiver a um preço igual ou mais baixo do que aquele que tenho registado na tabela.


Impacto do planeamento de refeições na conta do supermercado

Quando peguei no livro “Cut Your Grocery Bill in Half” já tinha tudo isto pensado e a tabela criada. Estou agora no segundo capítulo e até agora sugeriram apenas uma coisa que não me tinha ocorrido por isso não devo estar a planear assim tão mal. No livro referem que, para se poupar nas compras, é necessário planeá-las e para planeá-las terá de ser feito um planeamento das refeições para o mês. Para mim e para todas as pessoas que nunca fizeram isto, criar uma ementa mensal poderá ser um desafio demasiado grande por onde começar. Por isso, sugerem começar por criar uma ementa semanal.

Pessoalmente, a ideia de criar uma ementa semanal ou mensal parece ser uma grande seca. Mas tenho de concordar com algumas vantagens que apontam no livro:

  • reduz o stress relacionado com decidir, à última da hora, que refeição fazer;
  • diminui as idas de última hora a restaurantes ou cadeias de fast-food, ou ainda pedidos de entrega em casa (exemplo: pizzas), consoante os gostos e bolsos, e respectivos gastos.

Para criarmos uma ementa semanal ou mensal organizada, o livro tem uma tabela para esse efeito com apenas duas colunas. A primeira para a data e a segunda para a refeição. Esta tabela pode, por isso, ser rapidamente criada numa folha de excel ou à mão por qualquer pessoa. O mais difícil será preenchê-la... digo eu!

Estratégias na Gestão do Dinheiro


Contei-vos, em Janeiro, que decidi gerir o meu dinheiro de uma forma diferente.
Ouvi, várias vezes, uma pergunta feita pelo Dr. Phil, no seu programa, que me marcou bastante. Não tem nada de extraordinário mas, muitas vezes, são as coisas mais simples que provocam uma epifania. Foi o que aconteceu quando ouvi pela primeira vez:

“How’s that working for you?”

Quando uma estratégia não resulta, não se deve teimar nela pois os resultados serão sempre iguais. A solução passa por procurar outra estratégia que possa conduzir ao efeito desejado, daí ter decidido por uma considerável mudança de hábitos. 
Mas, atenção, o que resultou comigo, pode não resultar com uma amiga minha. Cada pessoa deve encontrar a estratégia que melhor funciona consigo, testando-as e analisando e comparando os resultados.


A Minha Estratégia na Gestão do Dinheiro

Eu optei por uma estratégia simples. Deixei de usar o cartão multibanco e visa e faço um levantamento no início do mês. Divido esse dinheiro em quatro partes iguais, para as quatro semanas do mês. 
Em cada domingo, retiro, da minha carteira, o dinheiro que me sobrou dessa semana e coloco o dinheiro reservado para a semana seguinte. 
Não planeei quanto podia gastar por tipo de compra (comida, roupa, telemóvel, gasolina, etc.). A resposta está, simplesmente, na carteira: se tenho dinheiro posso comprar; se não tenho ou tenho pouco, adio a compra ou desisto dela.


Com esta estratégia, poupei 100€, dos 250€ iniciais, no mês de Fevereiro. Poupei 40%! 
À partida, não tinha qualquer percentagem definida mas creio que, ainda, consigo fazer melhor! De qualquer forma, fiquei muito contente com este resultado. Para quem chegava aos cêntimos no final do mês, 100€ faz uma grande diferença!
Gestão do Dinheiro através do Sistema dos Envelopes

Entretanto, encontrei algumas pessoas na blogosfera que, para além de definirem um valor por mês, esse valor é, por sua vez, fraccionado por diferentes envelopes consoante o tipo de gasto (alimentação, casa, carro, telemóvel, mimos, ….). Este sistema que teve origem no programa America's Cheapest Family, conhecido pelo Sistema dos Envelopes, já foi falado em alguns blogs portugueses, nomeadamente pelo blog da Anabela (ver aqui).
Neste momento não sinto necessidade de trocar de estratégia, aquela que planeei parece estar a resultar mas, quando mudar de casa, poderei ter de adaptar a estratégia porque terei mais contas para pagar e, apesar de receber uma mesada maior, terei menos liberdade para os meus gastos pessoais (cabeleireiro, restaurante, cinema, gasolina,...). Por isso, vou usar parte do tempo livre do mês de Março para aprender mais sobre como poupar e sobre o Sistema dos Envelopes, que poderá servir como modelo ou, simplesmente, inspiração.

E vocês, de que forma fazem a gestão do vosso dinheiro?

De regresso ao mealheiro

Depois de ponderar os pós e contras decidi que, a partir de amanhã, passo a deixar o cartão em casa e faço as compras a dinheiro. Quero verificar se esta alteração de hábitos tem algum efeito pelo final do mês. A minha ideia é definir uma quantia mensal que posso gastar, dividi-la pelas semanas do mês em questão e colocar esse valor na carteira no início de cada semana. Em cada domingo se restarem trocos vão para o mealheiro. 

Decidi fazer isto porque sempre que chego ao fim do mês restam-me 0 cêntimos na conta à ordem... Mesmo que vá controlando os gastos, quando falta pouco para o mês acabar olho para essa quantia poupada e decido comprar um mimo. Só que, por vezes, ganho algum entusiasmo e o mimo transforma-se numa tarde de compras... Já quando era pequena, a minha mãe dizia que não podia levar-me com ela até ao supermercado porque, quando eu ia, acabava por gastar muito mais. Ir às compras está-me no sangue.. mesmo que seja apenas para comprar um pacote de cereais! É claro que com os cereais, vem o leite e com o leite o açúcar e o café and so on.

Com o mealheiro não vou ter coragem para fazer o mesmo. Desde pequena custa-me imenso retirar as poupanças do mealheiro mesmo que o objectivo dessa poupança fosse precisamente comprar algo. Acabava sempre por pensar que poderia aparecer outra coisa de que gostasse ainda mais e continuava a poupar. Isto fez com que ainda no secundário já tivesse uma conta a prazo de que me podia orgulhar. Com o dinheiro à ordem, que está à distância de quatro dígitos, sempre tive dificuldades em poupar. Daí ter decidido cortar o mal pela raiz e voltar a utilizar o mealheiro. 

No final de cada semana, hei-de partilhar convosco o que consegui poupar.  Vamos lá ver se a história do mealheiro ainda resulta!


O mealheiro ainda tem lugar nas vossas casas?

Ideias para Poupar nas Contas de Casa

 by Alan Cleaver
Faltam apenas três dias para o início de Fevereiro e existem duas coisas que me preocupam com a chegada desse mês e ambas relacionam-se com a minha mudança de casa. Uma delas tem dado azo a alguns pesadelos: os elevadores. Mas não é este que venho partilhar hoje convosco. 
A outra questão que me preocupa é o dinheiro. Será que vai ser suficiente? Será que vou conseguir poupar?

Por um lado não acho que seja uma preocupação "válida" porque tenho dois pais que sempre trabalharam e sempre compraram todas as coisas de que precisei. Nunca senti a crise na pele, enquanto todos os dias passo por um número relevante de mendigos na rua e sei que existem milhares de desempregados com filhos para criar. Tenho plena consciência de que, sem os meus pais, as coisas seriam bem diferentes para mim.


Entretanto vou mudar de casa e, pela primeira vez na vida, terei contas para pagar:
  • Gás, 
  • Electricidade, 
  • Condomínio, 
  • Tv/Telefone,
  • e todas as outras que vocês conhecem bem melhor que eu. 

E essa é talvez uma das razões principais do meu medo: o desconhecido. Eu não sei, por exemplo, o que é uma conta de electricidade "normal", "baixa" ou "alta" por pessoa.

Enquanto estudo a tempo inteiro e trabalho de graça em investigação, recebo uma mesada do meu pai. Se não ocorrer nenhum imprevisto, suponho que isto se mantenha até conseguir ser financeiramente independente dos meus pais. Mas, como não sou do género de pessoa que se encosta à bananeira, a minha intenção é voltar a dar explicações e ir arranjando outras formas de ganhar uns trocos (seja como babysitter, a passear cães, alguma coisa se há-de arranjar, espero eu...). E, simultaneamente, vou tentar poupar ao máximo. Presumo que esta venha a ser a parte mais complicada da coisa.

Quanto às contas certas da casa já decidi passar o meu primeiro mês a fazer tudo como sempre fiz e ver quanto é a conta pelo final do mês.
A partir daí, vou fazendo pequenas mudanças para ver se consigo poupar, sem chegar ao extremo de andar com uma vela pela casa de noite... até porque esse é outro assunto que me preocupa: a noite.
A solução que mais me agrada seria ir recolher, a um canil ou instituição, um cão bem grande e preto que meta respeito mas apercebo-me, agora, que quanto maior for, mais dinheiro devo gastar na comida e vacinas...
Sinceramente não sei se estou a ficar maluca ou se isto são as preocupações normais de uma pessoa que paga contas.

Eu sou, por norma, uma pessoa poupada na água, na electricidade e no telemóvel. Só a gasolina é que fica mais difícil mas também tenho arranjado formas de poupar...


O que eu prevejo que se torne mais difícil poupar é o que gasto em:
  • compras para a casa, 
  • refeições que tomo na faculdade, take-away e restaurantes, 
  • em livros, 
  • produtos de beleza, 
  • roupa, malas e sapatos. 

Para poupar já pensei nas seguintes soluções:
  • fazer as refeições em casa e levar para a faculdade
  • reduzir o restaurante a uma ida por mês
  • eliminar, de todo, o take-away (vou criar excepção para os iogurtes e sundaes do Mac.)
  • vou estar (ainda) mais atenta às promoções nos supermercados e talvez passe a comprar através do continente online para poupar gasolina e tempo (mais em "5 dicas para poupar no supermercado")
  • quanto aos livros, vou tentar limitar-me à biblioteca da faculdade e ás bibliotecas públicas de Lisboa
  • vou começar a fazer alguns produtos de beleza com produtos caseiros (fica muito mais barato, é mais saudável e é uma das formas de reduzir a pegada ecológica)
  • por fim a roupa, acessórios, etc. vou fazer um grande esforço para deixar de comprar em quantidade e passar a comprar pouco e de qualidade
O meu objectivo principal é manter os gastos sempre bastante abaixo da mesada que vier a receber para conseguir poupar. Tenho lido algumas coisas sobre poupanças e muitas pessoas definem uma percentagem para cada tipo de gastos e para amealhar...


O que fazem para poupar nas contas certas do final do mês? Conseguem poupar?
Mais blogues sobre como poupar aqui.